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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Quero ser...


Eu quero ser como uma luz que não para de brilhar, um pássaro que não para de cantar, uma flor que não quer murchar.

Eu quero ser como a música que não cansa de tocar, como o Sol que não cansa de iluminar, como a chuva que não cansa de molhar.

Eu quero ser como o vento que não para de ventar, como o livro que não para de letrar, como a água que não para de jorrar.


Um dia eu serei tudo isso, e até lá não deixarei que a vida pare de me amar.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A música.


Eu não consigo parar de ouvir a música, mesmo me causando tristeza por alguns minutos, mas é uma música que toca o meu coração, vai lá no profundo da minha alma e me faz repensar nas coisas que realmente valem a pena na minha vida.

Tenho medo de desistir do provável, de querer voltar ao passado e de achar que sou a pessoa mais certa do mundo.

Meu emocional está tão a flor da pele, que não o domino mais, é impossível. Ás vezes penso que vou surtar, entretanto depois de respirar fundo, volto ao normal.

Nossa, vou enlouquecer de novo, preciso voltar a minha música, e começar a pensar em uma nova criação para amanhã.

Preciso de cama, vou dormir.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Minha janela.


Sobre a minha janela, apoio meus braços, e de certo modo minha mente também.
A minha janela me faz esquecer dos problemas, do passado e até mesmo da solidão. Da minha janela, vejo a alegria, os momentos bons aproveitados. Com a minha janela, posso imaginar mil coisas, deixando que uma delas faça sentido.

A minha janela é branca, com uma cortina de renda, que me deixa respirar o seu cheiro suave e transpirar de felicidade junto do Sol que vem lá de fora.

Não comparo minha janela com nenhuma outra, pois só a minha é que me traz inocência, ternura e compaixão, e que vai em busca do perdão.

Sem a minha janela, não sou nada nem ninguém, só seria como uma gaivota, sem rumo e procurando por alguém.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Lágrimas sem fim ...


Que ternura é essa que teve fim? Que lágrimas são essas que não param? Como eu temia este momento.

Eu queria ser uma borboleta, voar para bem longe, e voltar quando houvesse fresca.

Dizem que podemos mudar nosso destino se quisermos, mas não é tão fácil quanto parece.

Não sei se tudo que vejo merece tanto esforço quanto penso; mas sei que o que faço, será doce um dia.

Essa noite que hoje me inspira está linda, pena que meus olhos não correspondem a ela. A água da piscina reflete na parede sobre a luz acesa, isso recorda o sol, que iluminou o dia.

Amanhã tudo será diferente se não houver sonho. Só quero o acalanto de meu quarto e o sol sobre minha cama.

Hoje é isso, não sinto mais nada; só me restam lágrimas.