Pages

terça-feira, 25 de maio de 2010

Porquinha não, bruxa mesmo!


Um teatro que deixará saudades.

Fui uma bruxa, uma bruxa má, mas para as crianças, boazinha, por favor.


Me anestesiei desse negócio chamado vergonha e me enveredei dessa coisa chamada vaidade.

Quem sabe não faço outro papel como esse em outro dia?

Será que faria o mesmo sucesso de já? Não sei. O fato é, somos aquilo que queremos ser. Eu quis ser uma estrela, brava e deslumbrante. Consegui.


Contagiando todos, me sinto feliz, precisa.

Obrigada pelo carinho. Ah, obrigada que nada, deu muito trabalho para fazer e não foi mais que minha obrigação.

Eu adorei, isso que vale.

1 comentários:

Marcelo R. Rezende disse...

Ameeeeeeei o texto. Duma verdade só tua.
Beijo

Postar um comentário