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quinta-feira, 24 de junho de 2010

A procura.

Não me obrigues a ver o mar. Hoje só quero estar aqui, olhando para o nada.
Meu corpo flutua com meus pensamentos malucos, a luz amarela da noite calada me faz entristecer, a bicicleta velha amarrada na árvore, me faz pensar nas pequenas coisas da vida, o som da coruja me faz entrar. Ao entrar, só vejo uma sala vazia com muitas almofadas sobre o sofá marrom, mas não há alegria em nenhuma cor. Procuro o meu quarto pensando encontrar algo que me desse satisfação, mas lá encontro um espelho, no qual o reflexo já perdeu a beleza e a razão.

2 comentários:

Marcelo R. Rezende disse...

Nossa, profundo e desolador.

Alana. disse...

It wasn't well, needed to write! ;)

Nem ligue, vc conhece sua amiga. Sou uma re-Clarice nessas horas. rs

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