Era primeiro de junho de 2009, o dia estava nublado, a chuva ameaçava cair, o vento começava a bater na janela, a chuva caiu. Eu, debaixo do edredom criava a coragem de me levantar.
Depois de pronta e com o café tomado, seguia com minha sombrinha de encontro à rua, ao ponto em que o ônibus, cujo número era dezessete, passava todo dia às nove horas e quarenta minutos. Que dia chuvoso, meu Deus. As pessoas com pressa, o vento que cortava meus lábios, eu também estava com pressa.
Preocupada com a prova de semiótica que eu faria logo à noite, seguia eu para meu trabalho, era espécie de uma monitora de crianças, uma estagiária de educação infantil. Só para ressaltar, a escola ficava escura e triste quando o dia amanhecia chuvoso.
Agora vou pular tantos detalhes para dar valor ao que realmente interessa agora.
Assim que voltei do trabalho, tomei meu banho e fui à faculdade fazer a tão esperada prova, que por sinal tirei a nota máxima. Cumpri o que deveria naquele dia. Pelo menos eu ainda achava que tinha cumprido. Quando realmente tive a oportunidade de colocar minha cabeça no travesseiro, veio em mente a vontade que eu tinha de amar, de conhecer o amor, isso que faltava em minha vida.
Queria um amor fantástico, que corresse atrás de mim e eu dele, que fizesse tudo por mim e eu com vontade a ele também, que vivesse por mim e eu por ele, que desse pra mim o que fosse necessário e eu para ele, que me amasse muito e eu o amasse muito também, que me beijasse com vontade e me fizesse delirar de paixão e que eu pudesse transmitir isso a ele, que me mimasse e que eu o deixasse mimado junto de mim, que acreditasse que nosso amor é eterno e que eu também pudesse acreditar, que perdoasse minhas falhas e eu as dele, que sonhasse comigo toda noite assim como eu, que mudasse por mim e eu por ele, que mexesse profundamente comigo e eu com ele, que me acolhesse sempre com um sorriso e eu o acolhesse assim também, que caminhasse na vida por mim e eu por ele, que viajasse comigo, que crescesse comigo, que elaborasse planos junto de mim, que o seu perfume me fizesse flutuar e o meu fizesse a ele, que criasse razões para estarmos juntos, que sentisse os melhores sentimentos por mim e eu por ele, que me visse como a mulher de sua vida e eu o visse como o homem de minha vida, que evoluísse junto de mim, que melhorasse o ânimo de um dia ruim, só por estar ao meu lado, que em mim encontrasse a paz e eu nele, que me ajudasse em qualquer coisa, que dissesse que nascemos um para o outro, que acreditasse que nosso amor era verdadeiro e que poderíamos alcançar o que quiséssemos estando juntos, unidos.
Eu confiei nas minhas palavras e pedi a Deus tudo isso, e quando me dei conta, o meu amor era meu melhor amigo.
No começo achei impossível, mas depois de uma bela noite de sono, acordei confiante e resolvi tentar sem desistir, pois indiretas já me haviam sido dadas, só me faltava um passo.
Passaram-se um mês e quinze dias, e depois de um belo suco de fruta resolvi desfrutar e experimentar o amor, meu grande amor.
Hoje faz um ano, um ano que conheci o amor, que convivo com ele, e a cada dia, passa a ser maior em meu coração.
Quem acredita, sempre alcança. Eu alcancei e amo você.
Feliz um ano de namoro!
Depois de pronta e com o café tomado, seguia com minha sombrinha de encontro à rua, ao ponto em que o ônibus, cujo número era dezessete, passava todo dia às nove horas e quarenta minutos. Que dia chuvoso, meu Deus. As pessoas com pressa, o vento que cortava meus lábios, eu também estava com pressa.
Preocupada com a prova de semiótica que eu faria logo à noite, seguia eu para meu trabalho, era espécie de uma monitora de crianças, uma estagiária de educação infantil. Só para ressaltar, a escola ficava escura e triste quando o dia amanhecia chuvoso.
Agora vou pular tantos detalhes para dar valor ao que realmente interessa agora.
Assim que voltei do trabalho, tomei meu banho e fui à faculdade fazer a tão esperada prova, que por sinal tirei a nota máxima. Cumpri o que deveria naquele dia. Pelo menos eu ainda achava que tinha cumprido. Quando realmente tive a oportunidade de colocar minha cabeça no travesseiro, veio em mente a vontade que eu tinha de amar, de conhecer o amor, isso que faltava em minha vida.
Queria um amor fantástico, que corresse atrás de mim e eu dele, que fizesse tudo por mim e eu com vontade a ele também, que vivesse por mim e eu por ele, que desse pra mim o que fosse necessário e eu para ele, que me amasse muito e eu o amasse muito também, que me beijasse com vontade e me fizesse delirar de paixão e que eu pudesse transmitir isso a ele, que me mimasse e que eu o deixasse mimado junto de mim, que acreditasse que nosso amor é eterno e que eu também pudesse acreditar, que perdoasse minhas falhas e eu as dele, que sonhasse comigo toda noite assim como eu, que mudasse por mim e eu por ele, que mexesse profundamente comigo e eu com ele, que me acolhesse sempre com um sorriso e eu o acolhesse assim também, que caminhasse na vida por mim e eu por ele, que viajasse comigo, que crescesse comigo, que elaborasse planos junto de mim, que o seu perfume me fizesse flutuar e o meu fizesse a ele, que criasse razões para estarmos juntos, que sentisse os melhores sentimentos por mim e eu por ele, que me visse como a mulher de sua vida e eu o visse como o homem de minha vida, que evoluísse junto de mim, que melhorasse o ânimo de um dia ruim, só por estar ao meu lado, que em mim encontrasse a paz e eu nele, que me ajudasse em qualquer coisa, que dissesse que nascemos um para o outro, que acreditasse que nosso amor era verdadeiro e que poderíamos alcançar o que quiséssemos estando juntos, unidos.
Eu confiei nas minhas palavras e pedi a Deus tudo isso, e quando me dei conta, o meu amor era meu melhor amigo.
No começo achei impossível, mas depois de uma bela noite de sono, acordei confiante e resolvi tentar sem desistir, pois indiretas já me haviam sido dadas, só me faltava um passo.
Passaram-se um mês e quinze dias, e depois de um belo suco de fruta resolvi desfrutar e experimentar o amor, meu grande amor.
Hoje faz um ano, um ano que conheci o amor, que convivo com ele, e a cada dia, passa a ser maior em meu coração.
Quem acredita, sempre alcança. Eu alcancei e amo você.
Feliz um ano de namoro!
Alana Ferreira.
15/07/2010
15/07/2010
2 comentários:
QUE COISA MAAAAAAAAAIS LINDAAAAAAAAA
Olha, é um dos textos mais perfeitos desde sempre, tanto por ser em primeira pessoa e quem sabe sua personagem ser você, mas parecer outra pessoa - às vezes nem é pra parecer, mas sabe das minhas loucuras, não? - e porque o tom que você usou, essa simplicidade que você faz tão bem. Ahhh, Alana, me emocionou.
Parabéns a vocês (não sei se o A é craseado).
Amo ♥
Má, ter seus comentários no meu blog é uma honra, sou sua fã também! Obrigada pelo carinho, pelo carinho de AMIGO!
Amo! too ♥
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